amor bandido


não há portas para o amor, ele simplesmente pula janelas.
é, quando menos se espera o amor invade vidas, histórias e corações desprotegidos e frágeis à procura de um canto quente para se proteger.
como um eskimó dentro de um iglu, o amor se esconde durante tempos só para sair à caça e voltar tempos depois, machucado, fraco e entristecido.
pobre coitado do coração. sempre vítima de um amor cruel e derradeiro.
é como pular de uma ponte, sem uma corda, e depois subir tudo de volta, para, novamente, pular.
ah! pobre coração.

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