“ôôô chuva, chove sem parar…”


doce chuva. brilhante e bela, em seu ballet imperial, descendo de seu pedestal para lavar as almas de vossos criados. esplêndida e real. surreal.
chuva que cria, que faz nascer, que lava, que cura. chuva que baila, e trás consigo as palavras de meu amor. que corre, e atravessa. enfrenta. encurta.
chuva que vem para esfriar, e alimentar as saudades de meu amor. chuva que molha os lábios, que toca o pecado de minha vida, trás contigo de volta meu coração.
escorra entre seus dedos, a chave que livrará minha alma deste cruel sofrimento.
chuva que brilha, reflita em meus olhos, o brilho de um sol que já não vejo.

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