realidade alternativa | matrix


aqui jaz meu silêncio.
aqui, foi colocada a lápide que representou toda a minha vida. uma pedra fria e sóbria, com palávras que jamais eu usaria, com palávras que não conseguem me descrever, com palávras que me fazem pensar se realmente sabiam quem sou.

como sair daqui, sufocado, preso, inerte. meus gritos jamais serão escutados.
me diga que posso abrir os olhos. me diga como posso abrir os olhos.

perdido em meio à lembranças que nunca me pertenceram. lágrimas que nunca cairam.
pessoas que nunca morreram. eis que meu fim, de celeste, só tem o escuro da noite.

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