reescrevendo histórias


vivo me perguntando até onde posso aguentar todas as rasteiras que recebo. até onde posso sobreviver sem ver a luz do dia.
e a resposta não me vem como costumava vir.
as respostas que surgem já não são mais o grande problema, e sim as perguntas que são feitas para que se chegue a isso.
como eu escrevi uma vez, “não faça perguntas e jamais precisará de respostas”, mas me contradigo sempre quando me pergunto mais do que me permito saber e mais do que me permito aguentar.
será que é possível não perguntar o que até os olhos cegos da paixão enxergam?

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