ela e o mam


eu jamais imaginei um dia que eu poderia viver tanto e tão intensamente em tão pouco tempo. que algum dia, iria estar vendo o pôr-do-sol, sentado no píer, tirando fotos e sorrindo como se o amanhã nunca existisse. como se fora dalí não houvessem tantas preocupações e tantas dores. tantos amores e desamores.
acordei hoje como se fosse um dia comum, passei a manhã como se fosse um dia comum, mas, no fundo, eu sabia que não seria. eu sabia que, em um dia comum, eu jamais pararia pra ver o pôr-do-sol. que em um dia comum, eu jamais estaria comendo temaki no rio vermelho, com você ao meu lado. que em um dia comum, estaríamos vendo o movimento do mar batendo nas pedras, sentados e nos olhando como se houvéssemos nós dois. em um dia comum, eu jamais estaria tão feliz.
durante todos os meus dias, eu não esperava te encontrar da forma que te encontrei.  te achar aonde menos poderia achar. e esperar. esperar é sempre um erro, mas não dessa vez. dessa vez, esperar foi o mais certo. o mais belo e o mais perfeito destino.
se eu pudesse fazer tudo denovo, eu teria feito. eu faria. e, daqui à algum tempo, quando voltares pra mim, eu farei. estarei fazendo. mas até lá, até o momento aonde a vírgula será colocada, eu estarei vivendo. vivendo tudo isso. vivendo todo esse sentimento que salta de meu peito. vivendo tudo o que há pra viver.

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