Rita – parte 2


IMPRÓPRIO PARA MENORES: POSSUI CONTEÚDO ADULTO.

… ela estava lá, apenas de calcinha, somente para mim. esperando meu próximo passo, como uma escrava espera uma ordem do seu senhor. mas eu não era senhor, e nem ela era escrava. éramos dois corpos se movendo lentamente. e,  mais lentamente ainda, girei-a, colocando-a de costas para mim, e nos conduzi até a cama que tanto esperávamos. deitei-a como quem deita uma jóia ou uma flor rara, e sobre ela voltei à conduzir minha língua.
brinquei com minha boca em cada canto daquele corpo, ainda coberto apenas pela calcinha de renda vermelha que esta vestia. beijei-lhe o pescoço, o colo, a barriga. lambi os seios, as coxas, a virília e os lábios. desci novamente e massageando-lhe o ego, tirei a renda que cobria-lhe aquele segredo tão bem guardado.
ela estava nua e revelada para mim. deitada como uma deusa entre seus lençóis e meus olhos brilhavam como os de uma criança que acabara de encontrar um doce ou um brinquedo novo. desci a cabeça com cuidado, ainda olhando para aquilo que tanto eu desejava.
não me contive e cobri sua fenda com minha língua, saboreando cada gosto e cada sensação que despertava-me um tesão incontrolável.
penetrei-lhe com a língua, enquanto sentia sua mão puxar-me os cabelos e seu corpo se contorçer. música para meus ouvidos eram os gemidos incontidos que ela deixava escapar por sua garganta aberta e seus olhos revirantes em órbitas. continuei à deixar que minha língua entrasse e saísse de seu corpo tão sedutor, enquanto o suor começava-lhe à cobrir o íntimo e as coxas.
ela se alisava e se deixava ser alisada. tateava o corpo, ampliando ainda mais o prazer que minha língua produzia entre suas pernas arreganhadas.
não me lembrava mais do vinho, da televisão ou do telefone que parara de tocar.
agora o que me dominava era a sensação de estar fazendo a coisa certa, que eu tinha ao olhar para aquela boca sedenta e aquele corpo entregue deitado na cama perante a mim.
senti que ela puxava meu cabelo para que eu fosse de encontro à sua boca e assim o fiz. beijei-a intensamente e apaixonadamente enquanto ela alisava minhas costas por debaixo da camisa. ouvi um barulho e só então notei que minha camisa estava sendo rasgada por um instinto que beirava o animalesco.
depois que a camisa tinha ido, eu continuei sendo despido por aquela que eu desejava o corpo e a alma. de algoz, agora eu era vítima daquele incessante fogo que dominava o ar e queimava nosso sexos desejantes de prazer…

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