Rita – parte 5


IMPRÓPRIO PARA MENORES: POSSUI CONTEÚDO ADULTO.

… enquanto ela subia e descia sobre meu corpo, eu via o movimento regular e perfeito dos seus seios macios. não me contive e toquei-os, sentindo cada centímetro de pele em meus dedos. sentindo a maciez daqueles corpos perfeitamente redondos e naturais.
ela abria a boca para gritar, mas, ao invés disso, gemia cada vez mais alto de prazer. gemia e se deixava gemer. e seus gemidos levavam meus ouvidos e meu corpo ao delírio.
sem parar de se movimentar, ela beijou-me e me olhou nos olhos. eu sentia que aquilo seria inesquecível para ela.
entramos em um rítimo só nosso. movimentamos-nos em unissono. nada poderia atrapalhar o que estávamos fazendo naquele momento. éramos carne e unha. beijo e boca. um só corpo unido por um desejo passional e sexual.
ela acelerou o rítimo e eu logo notei que ela estava pronta para perder os sentidos, assim como eu, em um clímax perfeito.
estávamos suados, extasiados e excitados. meu membro ainda se encontrava dentro dela e eu sentia que poderia explodir. mas não ainda. explodiríamos juntos. de uma só vez. e assim aconteceu.
ao mesmo tempo, meu corpo expeliu para dentro dela o sabor da carne e ela, gemeu tão alto que deveria ser possível ouvir de longe. segurou os lençóis na esperança de se conter, mas nada a impediu.
seu corpo tremeu, se contorçeu e se relaxou sem dar espaço para palavras. o tempo parou e a respiração se tornou escassa. aquele momento era só nosso. era sexo, era desejo e sera gozo.
fechei os olhos e deixei que a vibração do meu corpo entrasse em sintonia com o dela. nossos corpos vibraram juntos, chegaram juntos ao clímax. gozaram juntos.
o mundo parou em torno de nós. os pássaros não voavam mais, as músicas não tocavam e ninguém se atrevia à piscar no mundo. era um momento só nosso. meu e dela, e de mais ninguém. nada poderia atrapalhar. naquele momento expressávamos o nosso amor. era o amor dos corpos, das almas e dos sonhos.
encarei os olhos dela e ela os meus. não precisamos falar nada, não precisamos nem ao menos tentar falar. nossos olhos falaram tudo por nós. aquilo não era somente sexo, era amor. um dos mais puros amores que experimentamos e experimentaríamos em toda a nossa vida.
senti o cansaço bater. amar aquela mulher me tirava as forças. me permiti cochilar, mas não sem antes ver, nem que seja por um instante, minha mulata nua, na penumbra, cochilando com um sorriso no rosto. e então dormi.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s