Going Away – Parte 1


Algumas pessoas vêem à terra para ensinar algo aos que aqui estão. Seja para ensinar para uma nação, o mundo todo ou apenas para um grupo de pessoas que alí existem. Em setembro eu conheci uma dessas pessoas, que veio ao mundo com a missão de ensinar. Não sei à quem ou à quantos, mas eu sei que, ao menos, veio para me ensinar alguma coisa. E me ensinou muita coisa.

Eu nunca imaginei que naquela tarde de sábado eu encontraria um amigo com quem eu pudesse aprender tanto e me apegar tanto à ponto de imaginar como seria se este fosse meu irmão mais novo. Mas foi isso que aconteceu. Naquele dia eu não só ganhei um grande amigo, como também ganhei um irmão mais novo.

O mais engraçado disso tudo é que eu jamais tinha imaginado que encontraria alguém como eu novamente, e eu encontrei. Nele, no meu irmão mais novo, eu encontrei uma parte de mim que eu tinha perdido. Deixado para trás. Nele eu encontrei minha liberdade de novo, encontrei um pouco de minha anarquia, um pedaço dos meus sonhos. E, mais ainda, nele eu encontrei quem eu fui um dia e pude ver o quanto mudei.

Mas, nem tudo na vida são flores, e, quando são, uma hora elas murcham. Mas, mesmo murchas, as flores ficam na memória, seja no cheiro, nas cores, nos cortes causados pelos espinhos ou somente pela sensação de tê-las por perto.

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