Quando a Espera é Fim


Sozinho. É assim que me sinto.
Contando os quilômetros ao invés dos segundos.
Afogando mares e lagrimas,
Derrubando prédios e muralhas,
Saltando ondas e tristezas.
Muros. De tristezas.

Me mordendo e corroendo.
De saudade. De ciúme.
Esperando que nada mais exista pra ti.
Vendo que nada mais existe pra nos.

Tentando, de algum canto, recuperar minha voz.
Lotando, de algum modo, minutos após.
Me esqueço das palavras,
eternos sussurros de uma vida vazia.
Eternos passados do que havia.
Segredo secreto que se partia.

E então o fim.
Todo destino de cada começo.
Todo futuro de cada tropeço.
Todo o silencio de minha voz.

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