Re(vira)volta


Mais um passo, um novo passo, e eu de (re)começar a traçar o caminho, a linha e a trilha de minha nada nobre vida. Mas ainda parece que foi ontem, que eu tive que dar “até logo” para um dos meus pilares, dar “adeus” para uma das forças que me segurava, que mantinha minha sanidade e meu sorriso, mesmo que as vezes, aberto.
E aqui estou eu, mais uma vez, (re)começando a contar minha história, a escrever um destino que eu acredito ser meu, em que eu posso ser senhor de mim mesmo e me lembro, quando, numa época não muito distante, houveram pessoas que foram capazes de duvidar de quem eu sou, pessoas que tentaram, em vão, desacreditar as minhas capacidades e maldizerem meus sonhos.
Mas valeu a pena, no final de tudo, derramar as lágrimas que nunca foram minhas, pois só assim eu poderia, como posso, e assim o faço, agora, plantar tantas flores, brancas, amarelas, azuis e de todas as cores, em meu jardim e colher não só as tais flores, mas, também, os seus perfumes, as suas belezas, seus toques e até os seus espinhos. Mas espinhos meus.
E nessa gira que a vida dá, e que volta, revira, gira e volta, no final de tudo, fui dono de mim, de minhas escolhas e desta grande, bela e incrível, re-vira-volta.

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