Finito


A vida, seja ela como for, é cheia e recheada de finitudes, caminhos entrecortados e escolhas inesperadas que podem, ou não, desviar, mudar, rever trajetos e caminhadas, onde estamos todxs, sempre, sujeitxs a essas travessias cegas, em mares de desconhecidos, com voltas e reviravoltas tão inesperadas.

E nessas finitudes é que se encontram os novos caminhos, novos sonhos. Novos suspirar, pilares do processo de recomeçar. Mas é também nessas finitudes que se encontram as dores de partir, de desfazer, de se perder. Quem dera eu que fosse possível reconstruir sem destruir antes, que fosse possível fechar os olhos, abrir de novo e não haver nada do que havia antes.

Mas, ainda que possam ser dolorosas, mesmo que a dor exista por um segundo ou um século, as finitudes são, e sempre serão, necessárias para que se renove, para que se entenda, se encontre e se construa.

Ad infinitum, FINITO.

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